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domingo, 11 de julho de 2010

Viagem Medieval


A 14ª Viagem Medieval em Terra de Santa Maria decorrerá entre 29 de Julho a 8 de Agosto de 2010.

A FAPFEIRA participará neste evento disponibilizando um espaço às famílias para os cuidados à primeira infância, com o apoio da organização da Viagem Medieval e das empresas Maxibaby, Nestlé e Pierre Fabre.

Ver programa da Viagem Medieval.


segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Legislação - Faltas alunos / H1N1

Circular n.º I-DGIDC/2009/1333/NESASE
No âmbito da Gripe H1N1, foi enviada a todos os estabelecimentos de ensino uma circular com os procedimentos a ter em conta, em caso de faltas de alunos por doença.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Alimentação Saudável

"Bill Kill"- Vence 5º Festival Europeu de Vídeo FOOD 4U

No passado dia 23 de Setembro decorreu a cerimónia oficial de entrega de prémios da 5ª Edição do Festival Europeu de Vídeo FOOD 4U, no histórico palco do Auditorium della Conciliazione, em Roma.

Na sua segunda participação, a OFICINA – Escola Profissional do INA (Instituto Nun'Álvares de Santo Tirso), viu um dos seus vídeos finalistas arrecadar os dois prémios mais cobiçados de toda a competição com o spot intitulado Bill Kill: o Prémio da Melhor Experiência de Aprendizagem atribuído pela Associação Europeia de Professores e o Prémio Oficial do Júri – Troféu do Presidente da República de Itália.

Nas palavras de Luca Zaia, Ministro da Politica Agrícola, Alimentar e Florestal de Itália, o spot premiado é “incrivelmente bem sucedido na transmissão da sua mensagem; e enfatiza um aspecto demasiadas vezes negligenciado tanto pelos jovens como pelas instituições, que é o custo individual e social por detrás de hábitos alimentares pouco saudáveis.”


A competição FOOD 4U é uma campanha de sensibilização que tem como objectivo permitir aos jovens de toda a Europa a oportunidade de expressar a sua opinião através de um instrumento de comunicação generalizado e extremamente eficaz como são os spots de vídeo.

Uma ideia inovadora que encoraja os jovens a competir de uma forma saudável em criatividade, experimentação e empenho, com um objectivo de valor acrescentado em mente: transmitir a todos os jovens uma mensagem directa e eficaz da importância de escolhas alimentares conscientes e saudáveis.

A quinta edição desta iniciativa, que conta com o alto patrocínio do Presidente da República Italiana, envolveu mais de 6 milhões de alunos de 25 mil escolas de toda a Europa.

Oficina - é uma Escola Profissional que faz parte do complexo escolar do Colégio das Caldinhas de Santo Tirso.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza


O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza vai ser assinalado em Santa Maria da Feira com um conjunto de iniciativas de carácter social, de 15 a 17 de Outubro, numa parceria da Câmara Municipal e empresa municipal Feira Viva com quatro Organizações Não Governamentais (ONG) locais: Rosto Solidário, Leigos para o Desenvolvimento, Jovens Sem Fronteiras e Viver 100 Fronteiras.

Nos dias 16 e 17 decorrerá uma recolha de alimentos, na Casa do Moinho, das 17h30 às 22h00.


No mesmo local,

>>dia 16, às 17h30, será apresentado o projecto “Concelho Solidário” e os respectivos programas: “Bazar-Loja Social”; “Rede de Restaurantes Solidários”; “Sorrisos”; e “Cartão Feira Sénior”.


>>dia 17, sábado, às 20h00, junto às piscinas, começa a Marcha Branca que tem como objectivo assinalar a efeméride e angariar uma tonelada de alimentos.

A organização solicita que os participantes vistam uma peça branca e tragam um quilo de alimentos, sugerindo arroz, massas, enlatados, papas de bebé, leite em pó, cereais, leite, bolachas, compotas, entre outros alimentos não perecíveis.



Depois da marcha, pelas 22h00, realiza-se o concerto de encerramento, com a participação especial e pro-bono da Instável Orquestra e All About Dance.





domingo, 11 de outubro de 2009

“Há coisas que não podemos tolerar”,

“Há coisas que não podemos tolerar”,
escreveu e voltou a escrever o conhecido filósofo da ciência Carl Popper.
Faço minhas estas palavras, para afirmar que no campo da educação formal há ideias e práticas que não podemos, como pais, educadores e sociedade, continuar a tolerar.
E, não podemos continuar a tolerá-las porque estão inequivocamente erradas,
tanto sob o ponto de vista científico como sob o ponto de vista ético.


É assim que Helena Damião começa hoje um seu artigo no RerumNatura.

Muito pertinente a reflexão. Deixo o fim:

"Mas o pior é o pedido que lhe é endereçado para que “escolham uma ocorrência ou situação da vida da família (ex., aniversário, período de férias, um dia de semana, uma situação fora do comum, por exemplo, uma doença, etc.) e construam uma história relacionada com essa situação para posteriormente ser representada para os outros…”.

Bem... não sei se será mesmo o pior, pois também lhes é pedido que, “em diálogo com o grupo”, exprimam “o que pensam e sentem sobre si próprios, como pessoas e como membros da sua Família…”

O que é que as crianças aprendem com isto? Aprendem a expor-se, a serem expostas e a expor as pessoas que lhe são próximas ao conhecimento público.

Isto não é Pedagogia, nem Ética, nem Educação. Isto é perversidade!

Nota: Deliberadamente, não identifiquei o documento em causa, talvez o devesse ter feito, mas não o fiz porque como ele, infelizmente, há muitos. Depois de ter escrito este texto chegou-me às mãos outro que, ainda que pareça impossível, consegue ser pior."

Helena Damião
de Rerum Natura

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Crianças Ocupadas

Lusa/Sol
09.Outubro.2009

Crianças passam tempo demais na escola

A sociedade tem de devolver às crianças o tempo que elas precisam para brincar, defendeu hoje a investigadora Maria José Araújo, que lança sábado o livro Crianças Ocupadas.
Como algumas opções erradas estão a prejudicar os nossos filhos.
Segundo a investigadora, as crianças entre os seis e os 12 anos «trabalham hoje para e na escola, no seu ofício de alunas, cerca de oito a nove horas diárias, ou seja, cerca de 40 a 45 horas semanais».

«A intenção deste livro é criar um debate público sobre a questão da ocupação das crianças e, de alguma maneira, alertar para o direito das crianças», disse à agência Lusa a investigadora do Centro de Investigação e Intervenção Educativas da Universidade do Porto.

A desenvolver um trabalho de investigação sobre questões levantadas pelo conceito de Escola a Tempo Inteiro e as Actividades de Enriquecimento Curricular, a autora considera que «as crianças estão muito ocupadas, têm muitos trabalhos e actividades para fazer todos os dias» ficando sem tempo para brincar.

«Essas actividades podiam ser brincar, mas são sempre em função da escola», sublinha, acrescentando que «os pais têm uma preocupação muito excessiva em relação ao tempo escolar».

A investigadora ressalva que escola a tempo inteiro é uma medida óptima, mas as crianças deviam fazer as actividades que elas pudessem escolher.

«A grande questão não é só a quantidade de actividades que fazem, mas o facto da metodologia prevalecente nessas actividades ser sempre orientadas pelos adultos e elas nunca poderem escolher. São aulas atrás das aulas», sustenta.

Para Maria José Araújo, é preciso «repensar o modelo da escola». «Este modelo não pode continuar porque as crianças não aguentam», realçou.

No livro, a autora, que trabalha há 19 anos com crianças, tenta responder às seguintes perguntas: «Fará sentido que, na sociedade contemporânea, as crianças trabalhem mais do que as 40 horas que achamos razoáveis para os adultos? Fará sentido prolongar de tal modo as suas ocupações que não lhes deixamos tempo para brincar e descansar? Será que temos o direito de ocupar e condicionar o tempo livre das crianças depois de um dia de Escola?».
«A angústia dos pais para que as crianças trabalhem muito para ser alguém, como se as crianças não fossem já hoje alguém, pode comprometer tanto o seu presente como o seu futuro», sublinha.
Maria José Araújo explica que este livro é, sobretudo, o «resultado de muitos anos de trabalho com crianças e adultos, de muita brincadeira com ambos e de muita preocupação colectiva sobre as consequências negativas que resultam do excesso de trabalho e de actividade organizada para os mais pequenos».

É, fundamentalmente, um alerta para a questão dos direitos das crianças. «Sobre as crianças aprendi mais com elas do que com os adultos ou com os livros», remata.

O livro Crianças Ocupadas, de Maria José Araújo e editado pela Prime Books, será lançado sábado, pelas 18h00, na Livraria Salta Folhinhas, no Porto.

A apresentação da obra será feita por Agostinho Ribeiro, professor jubilado da Universidade do Porto, e por Dulce Guimarães, da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens do Porto Oriente e da Associação de Ludotecas do Porto.
Lusa/SOL

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Europarque recebe mostra escolar nacional de ciência e tecnologia

A mostra nacional de ciência e tecnologia, a decorrer em Santa Maria da Feira nos dias 29 e 30 de Junho, vai contar com a participação de quase três mil professores e alunos.

“Na Escola ComCiência - Encontros e Desafios” é a designação do certame que conta já com mais de 100 escolas inscritas e perto de 300 projectos. Organizada pelo Ministério da Educação, através da Direcção Regional de Educação do Norte, em colaboração com a Fundação Ilídio Pinho, a iniciativas contempla várias actividades. Uma destas corresponde aos encontros temáticos.

Haverá um sobre Matemática, com Arsélio Martins, Professor do Ano 2007 e presidente da Associação de Professores de Matemática, que terá moderação de Sofia Figueiredo, distinguida com o Prémio Melhor Aluno do Ensino Secundário 2006/2007.Um segundo intitula-se “Fazer Ciência Com…” e terá a participação de Alexandre Gomes, Atila Gören, Filipe Ressurreição e Jacinta Moreira (professora do Ano 2008) e moderação de Eduardo Jorge Madureira, coordenador do Público na Escola.

O terceiro, por sua vez, será centrado no tema Segurança na Internet, e contará com Albino Almeida, presidente da Confap, Jorge Melo, inspector da Polícia Judiciária, o professor Rolando Silva, e o jornalista Daniel Catalão, da RTP, que moderará. A conferência de Alexandre Quintanilha contará com a moderação de José Manuel Mendonça, presidente do INESC Porto. O evento, a decorrer no Europarque, encerrará com a entrega dos prémios aos vencedores da 7ª edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola”.

Notícias de Aveiro

“Na Escola ComCiência - Encontros e Desafios”

29 JUNHO
ABERTURA[15 HORAS]MOSTRA [NON STOP].
Projectos Prémio Fundação Ilídio Pinho «Ciência na Escola». Outros projectos nas áreas da Ciência e Tecnologia. Pontos de Inclusão - Literacia Braille - Jogos Matemáticos. Escola PTE/Magalhães e outras viagens. Espaços Águas do Douro e Paiva, Fundação de Serralves, Lipor, Núcleo de Cultura Científica, Pavilhão da Água, Planetário do Porto e Visionarium.

ENCONTROSCOM A MATEMÁTICA [Arsélio Martins] [16 HORAS] MODERADORA - Sofia Figueiredo

FAZER CIÊNCIA COM... [Alexandre Gomes] [Átila Gören] [Filipe Ressurreição] [Jacinta Moreira]MODERADOR - Eduardo Madureira

[17 HORAS]
SEGURANÇA NA INTERNET [Albino Almeida] [Rolando Silva] [Jorge Melo]
MODERADORA - Daniel Catalão

[21 HORAS]
JOGOS [NON STOP]PlayStation, X-BOX, Wii

ARTES PERFORMATIVAS[TEATRO, MÚSICA, DANÇA] [NON STOP].
Academia de Música de Santa Maria da Feira. Academia de Música de Vilar do Paraíso . Ballet-Teatro Escola Profissional. Conservatório de Música do Porto. Escola Profissional do Infante. Escola Profissional de Música de Espinho. Escola de Segunda Oportunidade de Matosinhos. Grupo de Gaitas de Foles «Mirabornes»

FRACTAIS[22.29 HORAS]

CONCERTO[22.30 HORAS]HANDS ON APPROACH

ASTRONOMIA E...[23.59 HORAS] NET RAVE [REGULAMENTO] [PRÉMIOS]
[24 HORAS] [NON STOP]Football Manager 2009Counter Strike 1.6 5vs5Trackmania Nations Forever 1vs1Outros jogos[Internet a 100 Mb/s]

30 JUNHO
CONFERÊNCIAPARA QUE SERVE A CIÊNCIA?
[Alexandre Quintanilha]MODERADOR: José Manuel Mendonça
[10 HORAS]
ENCONTROS[11.30 HORAS].
Águas do Douro e Paiva. LIPOR. Núcleo de Cultura Científica [IBMC/INEB]. Planetário do Porto. Pavilhão da Água. Visionarium
MODERADORA: Maria Rui Vilar Correia

PRÉMIO FUNDAÇÃO ILÍDIO PINHO «CIÊNCIA NA ESCOLA»
[15 HORAS]Cerimónia de entrega dos Prémios da 7.ª EdiçãoMatemática com recurso às TIC e aos Quadros InteractivosPré-escolar e 1.º Ciclo2.º e 3.º Ciclos e Ensino Secundário

ENCERRAMENTO [18 HORAS]

Eugene Cernan entrevistado por Mário Crespo

Interessante entrevista, na SIC Notícias


Eugene Cernan tem 65 anos e foi o último astronauta a pisar a Lua

( ... por ser o comandante, foi o último a reentrar no Módulo Lunar para a viagem de volta, sendo suas as últimas pegadas humanas feitas na superfície lunar em 1972. - Wikipédia)

(entrevista legendada)

«Da Terra à Lua»

Missão espacial para os mais novos
este fim-de-semana no Visionarium - Sta. Maria da Feira

A overnight «Da Terra à Lua», marcada para este fim-de-semana no Visionarium, integra lote de iniciativas que visam comemorar o Ano Internacional de Astronomia, anunciou fonte do Centro de Ciência do Europarque, em Santa Maria da Feira.

A «missão espacial», dirigida a crianças dos seis aos 13 anos, pretende demonstrar aos participantes as várias fases de uma viagem à Lua, aliando «conhecimento e rigor científico, na abordagem das temáticas da actividade, à vertente lúdica».

«Esta não é uma actividade para chegar, ver e partir! É necessário vencer algumas provas e para isso é obrigatório ingressar primeiro na Academia de Astronautas do Visionarium e passar a integrar o lote dos eleitos para a missão espacial», referem os promotores.

«Entre muitas outras coisas, os participantes, quer dizer os cadetes que aspiram a ser astronautas, ou melhor, os “Missionários da Ciência”, vão ficar a saber mais sobre a morfologia da Lua, desfrutar de um conhecimento mais detalhado acerca das características do sistema solar e das condições de vida no espaço», acrescentam.

A overnight decorre sábado e domingo, com repetição nos dias 23 e 24, ficando disponível a partir dessa data para escolas e particulares mediante marcação prévia.

O Ano Internacional da Astronomia é promovido pela União Astronómica Internacional e a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).

Em Portugal, a organização das comemorações foram assumidas pela Sociedade Portuguesa de Astronomia, com o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia, da Agência Nacional Ciência
Viva, da Fundação Calouste Gulbenkian e do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra.

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quarta-feira, 24 de junho de 2009

Cursos de Dança, Música e Canto Gregoriano a partir do 5.º ano

Público/última hora
23.06.2009 - 21h57 Lusa

O Ministério da Educação (ME) vai criar cursos básicos de Dança, Música e Canto Gregoriano. Estarão disponíveis a partir do próximo ano lectivo para os alunos do 5.º ano de escolaridade.

De acordo com uma portaria divulgada pelo Governo, a admissão de alunos nestes cursos é feita no 5.º ano de escolaridade e implica a realização de uma prova de selecção, aprovada pelo ME e aplicada pelo estabelecimento de ensino responsável pela área de formação vocacional.

A partir de 2010/2011, o resultado obtido nesta prova só tem efeito eliminatório quando o número de candidatos for superior ao número de vagas.

Os cursos básicos e secundários/complementares de dança e de música podem ser frequentados em regime integrado, articulado ou supletivo, sendo que neste caso os respectivos planos de estudos são constituídos exclusivamente pela componente de formação vocacional.

Os planos de estudo dos cursos básicos de Dança, de Música e de Canto Gregoriano, "integram as áreas curriculares disciplinares, previstas nos planos de estudo do currículo nacional, a componente de formação vocacional, que visa desenvolver um conjunto de saberes e de competências de base inerentes à especificidade do curso em que se insere, contemplando a possibilidade da criação de disciplinas de oferta de escola".

Integram ainda as áreas curriculares de formação cívica e de área de projecto, "visando esta última a realização de projectos de natureza artística".

A portaria divulgada hoje pelo Ministério da Educação aguarda publicação em Diário da República

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terça-feira, 23 de junho de 2009

Confap recomenda a eleição dos Conselhos Gerais no início do ano lectivo

No seguimento da reunião do Conselho Geral da Confap, no passado dia 20 de Junho, em Santa Maria da Feira, e posteriores contactos com a Secretaria de Estado da Educação, a Confap recomenda a todas as Associações de Pais cujas escolas ou agrupamentos ainda não procederam à eleição do Conselho Geral que apenas o façam na segunda quinzena de Setembro ou em Outubro.

Assim, não devem proceder à indicação dos seus representantes nem proceder à convocação das Assembleias Gerais de Pais em período de férias. Algumas escolas/agrupamentos têm requerido a eleição do Conselho Geral para o período de interrupção lectiva presente.

Não resulta nenhum prejuízo a permanência em funções dos actuais Conselhos Gerais Transitórios até ao início do próximo ano lectivo, pelo que a Confap entende que, neste momento, não estão reunidas as condições para esta eleição, desde logo pela dificuldade de proceder à convocação e ao envolvimento de todos os pais e encarregados de educação para a respectiva Assembleia Geral de Pais. Por outro lado, verifica-se que no início do próximo ano lectivo o universo eleitoral será diferente com a saída e entrada de novos pais e encarregados de educação no sistema educativo.

Acresce que no início de Setembro, iniciarão funções os novos professores colocados no âmbito do concurso nacional e que as próprias autarquias serão sujeitas a eleições nacionais pelo que também estas designarão novos representantes.

Como facilmente se constata, nestas condições, dificilmente se assegurará, não apenas o direito de participação dos agentes do processo educativo mas também a efectiva capacidade de intervenção de todos os que mantêm o interesse legítimo na actividade e vida da escola.

Nesse sentido a Confap recomenda que não procedam à indicação dos seus representantes para o Conselho Geral, neste período de interrupção e férias lectivas.

O CE da Confap 23 de Junho de 2009

Autorização dos pais é fundamental para testes de HIV

Última Hora/ Sociedade/ TVi 24h
23. Junho. 2009
Renata Silva

«Não vai ser seguramente nas escolas». É desta maneira que o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP), Albino Almeida, aborda o programa «Cuida-te» que pretende que sejam realizados testes de HIV nos recintos escolares , à porta das discotecas e nos festivais de verão.

Em declarações ao tvi24.pt, Albino Almeida salientou que estes testes, feitos a menores de idade, só podem ser feitos com o «conhecimento e autorização dos pais».

O presidente da CONFAP defende ainda que este programa deve estar articulado com o Ministério da Saúde, com o Ministério da Educação e com o Instituto Português da Juventude para que possa ser realizado correctamente e com uma acção de sensibilização.

«Fala-se em idades dos 12 aos 25 como se fossem iguais. Parece-nos errado, todos vão ter reacções diferentes», acrescenta Albino Almeida. O presidente revela ainda que os jovens e os pais devem estar preparados para receber a «má notícia».

Albino Almeida apoia os rastreios feitos à porta das discotecas e dos festivais, mas não nas escolas, como sendo um acto obrigatório. «Se não há nada que leve a fazer o teste da sida porque é o que o jovem o há-de fazer?», questiona-se.

«É uma falha grave na percepção de uma matéria tão séria como esta», remata o presidente da CONFAP, realçando a importância de existirem acções informadas sobre a doença.

Jovens com direito a pedir (ou não) teste da sida
Também a ministra da Educação, em reacção a este projecto, esclarece que os testes não podem ser feitos nas escolas, de acordo com o que refere a Agência Lusa. A ministra classificou a notícia desta segunda-feira do «Diário de Notícias» como «completamente abusiva e alarmista, criando uma enorme confusão naquilo que é o trabalho das escolas».

(...)
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rastreio de VIH e distribuição de preservativos a estudantes dos 12 aos 25 anos

DN/Educação
ANA BELA FERREIRA
23.Junho.2009

O Instituto Português da Juventude vai ter cinco unidades móveis a fazer o rastreio de VIH e a distribuir preservativos a estudantes dos 12 aos 25 anos, em escolas e discotecas.
Despiste de doenças a menores sem conhecimento dos pais divide médicos
.

Cinco unidades móveis do Instituto Português da Juventude (IPJ) vão a partir de Setembro distribuir preservativos e fazer rastreios ao VIH a jovens dos 12 aos 25 anos em escolas, discotecas e festivais de música, adiantou ao DN Susana Ramos, uma das coordenadoras do projecto. Mas a possibilidade de se fazerem análises de despiste da sida a menores de idade sem o consentimento dos pais não reúne consensos, entre médicos e pais. (ver texto)

"As unidades móveis vão fazer rastreios, baseados na confidencialidade. Um jovem que sinta necessidade pode fazer o rastreio de total confidencialidade sem correr o risco de se cruzar com os pais ou um vizinho", explica Susana Ramos, vice-presidente do IPJ, acrescentando que vão ser organizadas palestras e sessões de esclarecimento. Em Portugal, segundo a Comissão Nacional para o VIH, há 281 infectados até aos 19 anos.

(...)

"Se o médico detectar algo, deve convencer o adolescente a conversar com os pais", diz Maria do Céu Machado.

Esta iniciativa insere-se no programa Cuida-te - Educação para a Saúde, e o protocolo para a compra das cinco unidades é assinado hoje entre o IPJ e o Alto Comissariado para a Saúde, que financia o projecto. As unidades vão custar 400 mil euros e o IPJ quer que cheguem a 150 mil jovens.

(...)

Hoje é também apresentada a peça (In) Dependências, um teatro-debate. Uma medida que promove acções de debate sobre temas que interessam aos jovens, como os consumos aditivos, tal como o álcool, as drogas ou até a utilização excessiva da Internet. DN/educação

Ainda no DN de 23.Junho.2009 a entrevista a Paulo Pinto de Albuquerque,
juiz e professor da Faculdade de Direito da Universidade Católica.

Um médico pode fazer análises de despiste do VIH a um menor sem o consentimento dos pais?
Não. É ilegal a ministração de testes de rastreio de VIH a menores de idade e não emancipados sem autorização dos pais, mesmo que as crianças autorizem. O médico pode incorrer em responsabilidade civil e até criminal. Além de que é altamente intrusivo no poder paternal a realização de análises sem o conhecimento dos pais. Depois também estou a ver com alguma dificuldade que essas análises sejam feitas dentro das escolas. Porque a escola tem de informar os pais das acções que acontecem no seu interior. Aliás, no ponto 5 do anexo I do programa, prevê-se a comunicação dos conteúdos do projecto aos pais.

Mas um médico pode justificar a realização deste tipo de análises?
É difícil um médico encontrar motivos para legitimar um acto que os pais não autorizaram. Não estou a ver como um médico poderia justificar um procedimento desses, à revelia dos pais do menor, mesmo que ele já tenha 14 anos. Ainda que, por exemplo, o maior de 14 anos já seja ouvido em tribunal.

Se forem feitas análises sem o consentimento dos pais, estes podem exigir, mais tarde, ter acesso ao resultado das mesmas?
Se tiver sido feito o exame sem autorização dos pais, os pais têm o direito de saber o resultado. Os pais têm o poder paternal e são eles que exercem esse poder, que é também um dever. Portanto, fazem-no quer defendendo a criança de uma intrusão quer exigindo o resultado de uma análise em caso de já ter havido intrusão.

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domingo, 21 de junho de 2009

Educação: Ex-ministro David Justino diz que aumento da escolarização é urgente

Lusa / ensino
20. Junho. 2009

O ex-ministro da Educação, David Justino, defendeu hoje em Santa Maria da Feira que “o aumento da escolarização para os 12 anos tem que ser ponderado numa articulação muito estreita com a legislação do trabalho”.

Na conferência promovida no Europarque pela Confederação Nacional das Associações de Pais e pela FapFeira, que congrega as estruturas do género existentes no município feirense, David Justino afirmou que só assim se poderá sair “ciclo vicioso” em que se encontra a maioria da população activa portuguesa.

“O abandono escolar leva à inserção precoce no mercado de trabalho e essa, porque implica qualificações reduzidas, envolve níveis mais baixos de remuneração”, explicou o actual assessor da Casa Civil do Presidente da República. “É um ciclo vicioso e há um número elevadíssimo de portugueses que estão nessa situação”.

A mudança que a escolaridade obrigatória de 12 anos “implica nesta estrutura da população activa vai demorar não anos mas décadas”, continua David Justino. “Se o aumento da escolarização é tão urgente é porque cada ano que nos atrasamos se traduz em milhares de portugueses que não conseguem sair desse ciclo vicioso do atraso”.

O ex-ministro da Educação rejeita, contudo, a ideia generalizada de que o abandono e o insucesso escolar sejam inevitáveis em crianças provenientes de agregados com “baixo capital familiar - económico ou social”.

Nesse contexto, referiu o exemplo “surpreendente” das sociedades asiáticas, onde casos de grande sucesso profissional têm muitas vezes origem em situações de pobreza.

“A questão é que a quantidade e a qualidade do trabalho que esses miúdos têm na escola não tem qualquer comparação com a dos estudantes americanos e europeus”, explica David Justino. “São sociedades que sempre estiveram muito orientadas para o princípio de é preciso muito trabalho para ter sucesso”.

Em Portugal, contudo, “a imagem social do ensino sempre foi muito associada à ideia de que o secundário é uma preparação para o ensino superior”.

Lembrando que já antes propôs a reorganização dos ciclos, David Justino sugere: “O 3.º Ciclo tem que se aproximar mais do secundário. Não pode ser um prolongamento do básico, como é agora, (..) e a perspectiva de conferir competências mais profissionalizantes devia ser acentuada”.

Se a escolaridade obrigatória de 12 anos vai ter efeitos “daqui a 10 ou 12 anos, não interessa”, diz o ex-ministro. “É preciso levar as pessoas a pensarem que, daqui a alguns anos, ter o 9.º ano não serve para nada (…) e o que conta é fazer com que elas comecem agora a elevar as suas expectativas”.
Agência Lusa

Ex-ministro defende escola a 12 anos

Diário Notícias
21.Junho.2009
página 27

David Justino considera que alargamento da escolaridade deve ser articulada com legislação do trabalho.

O es-ministro da Educação David Justino defendeu ontem em Santa Maria da Feira que o "aumento da escolarização para os 12 anos tem de ser ponderado numa articulação muito estreita com a legislação de trabalho".

Na conferência promovida no Europarque pela Confederação Nacional das Associações de Pais e pela Fapfeira, que congrega as estruturas do género existentes no município feirense, David Justino afirmou que só assim se poderá saír do "ciclo vicioso" em que se encontra a maioria da população activa portuguesa. "O abandono escolar leva à inserção precoce no mercado de trabalho e essa, porque implica qualificações reduzidas, envolve níveis mais baixos de remuneração", explicou o actual assessor da Casa Civil de Presidente da República. "É um ciclo vicioso e há um número elevadíssimo de portugueses que estão nessa situação".
.......

"Se o aumento da escolarização é tão urgente é porque cada ano que nos atrasamos se traduz em milhares de portugueses que não conseguem saír desse ciclo vicioso do atraso", concluiu o antigo ministro da Educação.

Diário Notícias

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Convite - Conferência Contextos Sociais e Políticas Educativas - Os 12 anos de escolaridade obrigatória



Conferência Contextos Sociais e Políticas Educativas
- Os 12 anos de escolaridade obrigatória


A CONFAP e a FapFeira, com o apoio da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, realizam, no dia 20 de Junho, pelas 10.30 horas, no Europarque, a Conferência 'Contextos Sociais e Políticas Educativas - os 12 anos de escolaridade obrigatória', sendo conferencista o Prof. Dr. David Justino, assessor da Casa Civil do Presidente da República, ministro da Educação no XV Governo Constitucional, de 6 de Abril de 2002 a 17 de Julho de 2004. Esta conferência ocorre no âmbito da realização do Conselho Geral da CONFAP, no mesmo dia.

A Entrada é livre

O Conselho Executivo da CONFAP

quinta-feira, 11 de junho de 2009

investimento em capital humano

Portugal melhora qualificações mas continuará pior da Europa
CATARINA ALMEIDA PEREIRA
10. Junho. 2009 /DN Bolsa

A proporção de trabalhadores pouco qualificados deverá passar de 75% em 2007 para 57,8% em 2020. Esta será, ainda assim, a proporção mais alta no conjunto de 25 países analisados por uma agência da União Europeia. A crise pode agravar o cenário.
.
O défice de qualificações vai continuar a ser um problema em Portugal ao longo da próxima década. Os mais de 6,7 milhões de trabalhadores pouco qualificados, em 2007, representavam 75,1% da população com mais de 15 anos. Um valor que deverá descer para 57,8% em 2020, mas que continuará a ser o mais elevado da Europa.

São dados do Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional (Cedefop) que constam de um relatório ontem divulgado pela Comissão Europeia. A progressão dos restantes 24 países analisados será, em média, menos acentuada, mas incapaz de alterar a posição relativa de Portugal. A proporção da população com o ensino básico, que se situava nos 38,1%(2007) deverá descer para 29,3% (2020).
Baixas qualificações podem significar menos riqueza e fracos salários, explica Paula Carvalho, economista do BPI. "Existe um problema de base, que leva muitos anos a corrigir. Mas mesmo a juventude não compara bem nos principais indicadores, com muita gente a abandonar o ensino secundário. Há progressos, mas que não se registam a uma velocidade suficiente para recuperar o tempo perdido", refere, num comentário ao estudo. "Uma força laboral pouco qualificada é menos capaz de gerar riqueza, que está na base da performance económica e do bem-estar". Ou seja, do acesso a "melhores salários e bens de consumo", refere a economista.

O relatório avalia, ainda, a proporção de trabalhadores muito qualificados sobre o total. Portugal estava, em 2000, no último lugar da lista, com apenas 6,6% da população com mais de 15 anos com o ensino superior. Depois de ter ultrapassado a Itália, deverá ainda subir dois lugares no ranking até 2020.
A tendência para o aumento da população qualificada é comum a todos os países europeus. Para chegarem a estas conclusões, os autores assumem que a evolução registada nos últimos 5 a 10 anos, em parte motivada pela renovação demográfica, se deverá continuar a registar.
Mas num cenário mais pessimista, assumem, contudo, que os efeitos da crise económica podem comprometer a tendência. "Inicialmente, a crise pode aumentar a aquisição de escolaridade ou de qualificações porque as pessoas adiam a entrada num mercado de trabalho deprimido. A longo prazo, e à medida que os constrangimentos financeiros começam a afectar a economia real, isso pode desencorajar o investimento em capital humano."

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Inquérito Relativo a Qualidade e Segurança

Direcção-Geral da Saúde

"Com a recente criação do Departamento da Qualidade na Saúde no âmbito da
Direcção-Geral da Saúde, torna-se necessário actualizar a informação relativa às
áreas de responsabilidade da Qualidade Clínica e Organizacional e da Segurança
dos Doentes, nas unidades prestadoras de cuidados de saúde.
Neste sentido, encontra-se disponível no site* da Direcção-Geral da Saúde um
formulário electrónico relativo a Qualidade e Segurança, o qual deverá ser
preenchido on-line até 19 de Junho de 2009."
O Director-Geral da Saúde
Francisco George

NOTA:
* No menu de topo do site clique no item “Formulários”.
Clique, de seguida, no link
“Inquérito Relativo a Qualidade e Segurança” para aceder ao formulário.